A música exerce um impacto profundo e terapêutico no cérebro de pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA), agindo frequentemente como uma “ponte” para a regulação emocional, sensorial e social. Neurocientificamente, o cérebro autista, que muitas vezes vive em estado de alerta devido a hipersensibilidades, encontra na música — especialmente ritmos previsíveis e repetitivos — uma fonte de segurança, organização e prazer.
Quinze minutos por dia de música calma e estruturada podem ser suficientes para ajudar a organizar o cérebro, reduzindo a ansiedade e melhorando a resposta social de crianças no espectro. Você já sabia disso? Compartilha com alguém que precisa ver esse vídeo! 💙
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