Me responde com honestidade: qual é o seu hobby?
Não o que você acha que deveria ser. Não o que você faz quando sobra tempo, que nunca sobra.
O que você faria agora, se eu te dissesse: vai lá, faz o que você quiser?
Muitas mulheres não conseguem responder essa pergunta. E eu não estou falando de falta de tempo. Estou falando de algo muito mais profundo do que isso.
A gente foi criada assim. Desde criança. A brincadeira de menina era tomar chazinho com as bonecas, brincar de casinha, cuidar de tudo.
A brincadeira de menino era o futebol, a rua, o movimento. E quando crescemos, essa diferença só foi aumentando.
O homem sai com os amigos e ninguém estranha. A mulher casa, e de algum jeito silencioso, aquelas saídas com amigas deixam de existir.
Aquele prazer de se mover, de se divertir, de ter algo só seu, vai sendo engolido pelas obrigações.
E o problema não é cuidar da família.
O problema é quando você para de conseguir fazer qualquer coisa fora das suas obrigações. Quando o descanso vira culpa.
Quando o prazer vira frescura. Quando você chega ao ponto de achar que não merece mais brincar.
Isso tem um nome. E tem consequência. Inclusive financeira.
Quando a energia do prazer está bloqueada em você, a energia do movimento está bloqueada. E dinheiro precisa de movimento. Prosperidade precisa de vida.
Você não precisa se tornar outra pessoa. Precisa se lembrar de quem você era antes de aprender a se esconder.